sábado, 12 de maio de 2012

Rumo a uma Economia Verde

Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza
Uma Síntese para Tomadores de Decisão 

*Um investimento de apenas 2% do PIB global em dez setores-chave pode dar início à transição rumo à uma economia de baixo carbono e eficiência de recursos.

*Tornar a economia verde não geraria apenas crescimento e renda em capital natural, mas também produziria maior crescimento do PIB e do PIB per capita.

*Uma economia verde valoriza e investe em capital natural

*Uma economia verde pode contribuir para a aliviação da pobreza.

*Em uma transição para uma economia verde, serão criados novos empregos que, ao longo do tempo, superarão as perdas de empregos da “economia marrom” (de alta emissão de carbono).

*Priorizar investimentos e gastos governamentais em áreas que estimulam o esverdeamento de setores econômicos é um caminho crítico.

*A escala de financiamento requerido para uma transição para a economia verde é substancial, mas de ordem de magnitude menor do que os investimentos globais anuais.

*A mudança rumo à uma economia verde está acontecendo em escala e velocidade nunca antes vistas.

*Espera-se gerar crescimento e empregos na mesma proporção – ou maior – que o cenário atual e habitual de negócios, superando as projeções econômicas a médio e longo prazo e, ao mesmo tempo, gerando mais benefícios ambientais e sociais. http://www.pnuma.org.br/arquivos/EconomiaVerde_ResumodasConclusoes.pdf

Breno Silveira, Matheus Nogueira e Victor Holanda

Economia verde: Iniciativas

Pesquisas sobre Economia Verde mostram que é necessário investir muito alto em um curto período, porém a longo prazo se torna lucrativo. No Brasil, já existem algumas iniciativas que seguem as recomendações da ONU para a Economia Verde.
* No Brasil, o projeto do conjunto habitacional Rubens Lara, em Cubatão, foi reconhecido pela ONU, através do Sushi (sigla em inglês para iniciativa para habitação social sustentável). Os prédios têm janelas maiores e aquecem a água com energia solar. Construir dessa forma, atualmente, custa 10% a mais.
*No Rio: o estado está construindo um duto de 49 quilômetros sob a Baía de Guanabara, ligando a Estação de Tratamento de Esgoto Alegria ao complexo petroquímico de Itaboraí. O duto vai bombear 1,5 mil litros de esgoto tratado por segundo para ser utilizado no resfriamento e geração de vapor do Comperj. O reuso da água pode diminuir em 80% a conta de água da empresa.
* No Rio de Janeiro, a Hatzec planeja realizar o aproveitamento do gás metano liberado pelo lixo proveniente de aterros sanitários para a geração de energia elétrica. O processo ocorre no recém-inaugurado Central de Tratamento de Resíduos de São Gonçalo. A empresa planeja inaugurar outra usina em Barra Mansa. No entanto, a geração de energia nessas unidades só pode ser alcançada após quatro anos do início da operação no aterro.
*O projeto do Instituto Terramar, em Flecheiras, no Ceará, contempla 416 famílias que dependem direta ou indiretamente da pesca artesanal. A extração de algas dos recifes marinhos para a comercialização destinada às indústrias de cosméticos e de alimentos degradou os estoques naturais da região. A solução encontrada foi o cultivo. Agora, os pescadores são instruídos a coletar as algas, conservando a raíz, o que aumenta a produtividade e gera mais renda para as famílias.
*A ONU utiliza a cidade de Curitiba, capital do Paraná, como exemplo de eficiência de transporte público. O planejamento urbano da cidade torna o trânsito eficaz, evita congestionamentos e estimula o uso de veículos coletivos.
*A produção e utilização do etanol no Brasil é vista como um bom exemplo de utilização de energia renovável. O parque eólico de Osório, no Rio Grande do Sul, é um exemplo da tentativa de aplicar energia renovável no Brasil — que já tem mais de 40% de sua matriz energética dependente de fontes renováveis (principalmente hidrelétricas).


Breno Silveira

sexta-feira, 11 de maio de 2012

2012 Ano Internacional da Energia Sustentável para todos


Empresas que investem em Programas de Sustentabilidade

COELCE – Desde 2007 colocou em prática o Programa Coelce de Desenvolvimento Social conhecido como ECOELCE onde o objetivo é a troca do lixo reciclável por descontos na energia consumida. Com esse projeto a Coelce tenta contribuir com a preservação ambiental, ajudar principalmente a população de baixa renda com esse bônus na conta de energia e reduzir o volume de lixos nos aterros sanitários.
http://www.coelce.com.br/coelcesociedade/programas-e-projetos/ecoelce.aspx
PHILIPS – Investe em responsabilidade ambiental, como a criação dos produtos verdes que são equipamentos criados visando à redução dos impactos ambientais e a Reciclagem de Pilhas e Baterias que vigora desde 2010 onde quase cem assistências possuem um equipamento coletor de pilhas e baterias. www.sustentabilidade.philips.com.br
Podemos citar também outras empresas que investem em sustentabilidade como a Natura, Bradesco, Amanco, Tetra Pak.


Victor Holanda

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Ministra Izabella Teixeira fala sobre Economia Verde

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, defendeu, nesta quinta-feira (10/05/12), mais ousadia por parte dos países para garantir o desenvolvimento da economia verde. Segundo Izabella, é preciso que as nações assegurem a viabilidade econômica, social e ambiental das propostas de desenvolvimento e ampliem competências ligadas às novas tecnologias ambientais.
“Os países, no contexto da economia verde, precisam ser ousados e essa ousadia vai desde o acesso até a qualidade do que é gerado e à eficiência do que estamos consumindo. A ousadia é buscar novos caminhos de produção e consumo sustentáveis, influenciando na mudança de comportamento para consumir melhor, com inclusão e proteção ambiental”, explicou, ao participar no Rio de Janeiro de um seminário sobre sustentabilidade promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.
Izabella Teixeira também ressaltou que a declaração, que será aprovada ao fim da Rio+20, vai apontar novos rumos e práticas de desenvolvimento sustentável, como erradicação da pobreza, segurança alimentar e energética e acrescentou: “Seria excepcional se tivéssemos obrigações de produção e consumo sustentáveis para todos os países, obrigações para os [países] desenvolvidos, porque os padrões de desenvolvimento deles não tem como ser replicado para todo o planeta”.
A economia verde é o conjunto, organizado e segmentado de setores da sociedade que decidiram pela oferta e demanda de produtos, serviços e atividades sociais ambientalmente responsáveis e sustentáveis.

http://www.portalamazonia.com.br/editoria/economia/ministra-do-meio-ambiente-defende-ousadia-no-desenvolvimento-da-economia-verde/

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Energia Limpa

                                                         
O nome já traduz, é a energia que não polui o meio ambiente. como exemplos de energia limpa são: energia eólica (energia produzida pelos ventos), hidrelétrica (energia fornecida pela água), e solar (energia fornecida pelos raios solares), entre outros.
A energia limpa pode ser classificada como energia renovável, porque é produzida com o uso de recursos renováveis (movimento da água, luz solar, vento).
É importante que as empresas usem cada vez mais este tipo de fonte de energia para um planeta mais limpo.



Matheus Pereira Nogueira

domingo, 6 de maio de 2012

O que é a Carta da Terra?

“A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. A Carta se preocupa com a transição para maneiras sustentáveis de vida e desenvolvimento humano sustentável. Integridade ecológica é um tema maior. Entretanto, a Carta da Terra reconhece que os objetivos de proteção ecológica, erradicação da pobreza, desenvolvimento econômico equitativo, respeito aos direitos humanos, democracia e paz são interdependentes e indivisíveis.
A Carta da Terra é resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados. O projeto da Carta da Terra começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos”. http://www.cartadaterrabrasil.org/prt/what_is.html


 “A missão da Iniciativa da Carta da Terra é promover a transição
 para formas sustentáveis de vida e de uma sociedade global fundamentada  em um modelo de ética compartilhada,
que inclui o respeito e o cuidado pela
 comunidade da vida, a integridade ecológica, a democracia e uma cultura de paz”.




Breno Silveira e Victor Holanda