* No Brasil, o projeto do conjunto habitacional Rubens Lara, em Cubatão, foi reconhecido pela ONU, através do Sushi (sigla em inglês para iniciativa para habitação social sustentável). Os prédios têm janelas maiores e aquecem a água com energia solar. Construir dessa forma, atualmente, custa 10% a mais.
*No Rio: o estado está construindo um duto de 49 quilômetros sob a Baía de Guanabara, ligando a Estação de Tratamento de Esgoto Alegria ao complexo petroquímico de Itaboraí. O duto vai bombear 1,5 mil litros de esgoto tratado por segundo para ser utilizado no resfriamento e geração de vapor do Comperj. O reuso da água pode diminuir em 80% a conta de água da empresa.
* No Rio de Janeiro, a Hatzec planeja realizar o aproveitamento do gás metano liberado pelo lixo proveniente de aterros sanitários para a geração de energia elétrica. O processo ocorre no recém-inaugurado Central de Tratamento de Resíduos de São Gonçalo. A empresa planeja inaugurar outra usina em Barra Mansa. No entanto, a geração de energia nessas unidades só pode ser alcançada após quatro anos do início da operação no aterro.
*O projeto do Instituto Terramar, em Flecheiras, no Ceará, contempla 416 famílias que dependem direta ou indiretamente da pesca artesanal. A extração de algas dos recifes marinhos para a comercialização destinada às indústrias de cosméticos e de alimentos degradou os estoques naturais da região. A solução encontrada foi o cultivo. Agora, os pescadores são instruídos a coletar as algas, conservando a raíz, o que aumenta a produtividade e gera mais renda para as famílias.
*A ONU utiliza a cidade de Curitiba, capital do Paraná, como exemplo de eficiência de transporte público. O planejamento urbano da cidade torna o trânsito eficaz, evita congestionamentos e estimula o uso de veículos coletivos.
*A produção e utilização do etanol no Brasil é vista como um bom exemplo de utilização de energia renovável. O parque eólico de Osório, no Rio Grande do Sul, é um exemplo da tentativa de aplicar energia renovável no Brasil — que já tem mais de 40% de sua matriz energética dependente de fontes renováveis (principalmente hidrelétricas).
Breno Silveira
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